terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Receita de Amor ( Francisco Parreira )

Dedico essa postagem em homenagem ao nosso titio Francisco Parreira, conhecido carinhosamente como Tio Chico.

Como comentei no grupo da família no facebook ele foi uma das pessoas mais bondosas, generosas que já conheci nesse meu mais de meio século de existência.

Ajudava todo mundo sempre bem humorado, aliás, nunca vi o titio respondendo mal para ninguém.

As vizinhas da titia Nefa sabiam que podiam contar com ele para fazer qualquer coisa possível e mesmo impossível de resolver (pelo menos para elas).

Eu pude contar com ele muitas vezes e, toda vez, que eu encontrava com ele fazia questão de lembrar, mas ele dava uma risadinha sem nunca se enaltecer por essa sua bondade.

Seus filhos e netos devem sentir muita a falta dele e de suas letras góticas (acho que eram chamadas assim), eu gostava muito quando ele mostrava tudo que ele escrevia, seus convites de casamentos, etc.

Um de seus netos encontrou essa receita nas coisas do titio com a observação que se tratava do prato predileto dele.

Essa receita vem bem a calhar para esse inicio de 2012 e espero que inspire muitos e que me inspire também, principalmente no que diz respeito a 1 dúzia de paciência.

Para acompanhar essa receita foi indicada a música A Rosa de Pixinguinha interpretada por Orlando Silva: http://www.youtube.com/watch?v=s3ACY3eBgkc

Receita da Alegria

2 xícaras de carinho
1 copo de bondade
1 colher de ternura
1 dúzia de paciência

Coloque na batedeira do coração;
Misture bem os ingredientes;
Asse no calor do Amor.

Luz titio Chico onde quer que o senhor esteja!

Vale a pena deixar aqui registrada a letra da música em questão:
Tu és, divina e graciosa
Estátua majestosa do amor
Por Deus esculturada
E formada com ardor
Da alma da mais linda flor
De mais ativo olor
Que na vida é preferida pelo beija-flor
Se Deus me fora tão clemente
Aqui nesse ambiente de luz
Formada numa tela deslumbrante e bela
Teu coração junto ao meu lanceado
Pregado e crucificado sobre a rósea cruz
Do arfante peito seu
Tu és a forma ideal
Estátua magistral oh alma perenal
Do meu primeiro amor, sublime amor
Tu és de Deus a soberana flor
Tu és de Deus a criação
Que em todo coração sepultas um amor
O riso, a fé, a dor
Em sândalos olentes cheios de sabor
Em vozes tão dolentes como um sonho em flor
És láctea estrela
És mãe da realeza
És tudo enfim que tem de belo
Em todo resplendor da santa natureza
Perdão, se ouso confessar-te
Eu hei de sempre amar-te
Oh flor meu peito não resiste
Oh meu Deus o quanto é triste
A incerteza de um amor
Que mais me faz penar em esperar
Em conduzir-te um dia
Ao pé do altar
Jurar, aos pés do onipotente
Em preces comoventes de dor
E receber a unção da tua gratidão
Depois de remir meus desejos
Em nuvens de beijos
Hei de envolver-te até meu padecer
De todo fenecer

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Strudel da Marta

Essa receita deveria ter sido enviada pela D. Marta ou pela Egle, mas como nenhuma das duas se manifestaram minha mãe procurou aqui em casa para eu poder postar.


Tudo indica que o Strudel é originário da Áustria embora a maioria das pessoas acham que é da Alemanha.

A música que escolhi para fazer tal receita é uma valsa Lago dos Cisnes Swan Lake de Tchaikovski para os sofisticados http://www.youtube.com/watch?v=nMi5186uKbQ 

2 xicaras (chá) de farinha de trigo
2 colheres bem cheias de margarina
1/2 xicara (chá) água gelada

Misturar faz uma bola com a massa. Coloca dentro de uma panela e essa panela dentro de outra panela com água fervendo e o fogo desligado.  Deixe nesse banho maria até a água esfriar. Abrir a massa com o rolo e colocar os recheios abaixo:

Recheio I
1/2 tablete de margarina
farinha de rosca
Fazer uma papinha e esparramar por cima da massa aberta


Recheio II
Maças raladas com casca, limão, canela e açucar, uvas passas e salpicar com nozes

Enrolar a massa e colocar para assar em forma untada.


Depois de assado salpicar açucar de confeiteiro.

Patê de Legumes

Essa receita de patê além de ser nutritiva é deliciosa.

Você poderá passar em torradas, pão francês ou naquele pão italiano que ficará um néctar dos verdadeiros Deuses Italianos.


2 cenouras grandes
1 pimentão verde
1 pimentão vermelho
1 xicara de azeitona verdes picadas
2 tomades médios
1 xícara (chá) de leite
2 colheres (sopa) de maizena
1 colher (sopa) margarina ou manteiga

Bater tudo no liquificador.

1 cebola grande ou 2 médias
1 xícara (chá) óleo
Em uma panela fritar a cebola até dourar. Tirar a cebola com uma colher e bater no liquidificador com os outros ingredientes.

Voltar tudo para a panela mexendo até cozinhar e soltar do fundo da panela.

A titia Wanda aprimorou a receita e agora como opção pode ser feito na panela de pressão, pois assim evita os respingos de quando cozinha no fogo normalmente.

Tronco do Natal ou Ano Novo

Essa receita é garantia de sucesso em sua festa de Natal ou Ano Novo.

Todos os anos minha mãe fazia e até teria encomendas se ela gostasse de ganhar dinheiro, mas não era o caso.

Minha sobrinha adora e desde pequeninha esperava na expectativa de comer a delícia do Tronco.

Mais uma música com Plácido Domingos e Pavarotti Feliz Navidad www.youtube.com/watch?feature=fvwp&v=Jv8CAMnAOXo&NR=1

1 pacote de manteiga
4 ovos inteiros
rum ou licor
1 pacote de bolacha maria
250 gramas de nozes
100 gramas de uvas passas
1 lata de leite condensado

Cobertura
1 tablete de chocolate meio amargo
1 lata de creme de leite
cerejas em calda

Picar a bolacha e misturar todos os ingredientes formando um bola para poder moldar o tronco que na verdade fica parecendo um cactus.

Derreter o chocolate e misturar com o creme de leite.

Após o tronco estar montado deixar no freezer de um dia para o outro.
No dia de servir a sobremesa colocar a cobertura enfeitando com cerejas (que fica como se fossem frutinhas no tronco).




Pavê Paixão do Michelo

Quem nunca falou brincando é Pavê ou Pacomê?

Essa receita é um de um Pavê que não deixa de ser uma torta gelada e esse nome vem do Francês.

É um prato de preparo frio e no Brasil, usamos o vocábulo para designar um tipo de sobremesa muito comum: uma espécie de torta gelada que tem como base biscoitos tipo champanhe ou maizena inteiros, embebidos em sucos, licores ou caldas e um recheio cremoso.

Os complementos são variados: frutas frescas ou em calda e chocolate são os mais comuns.

O meu irmão Miguel adora esse doce e por isso colocamos o nome Paixão do Michelo.

Ele adora ópera acho que puxou o vovô Alfredo então vou colocar os 3 tenores Il Solo Mio http://www.youtube.com/watch?v=ERD4CbBDNI0&feature=related

1 colher (sopa) de manteiga
1 e 1/2 xicara (chá) de Nescau
2 ovos
1 cálice de licor ou cachaça ou rum
1 e 1/2 pacote de bolacha maria ou bolacha champanhe
1 lata de leite condensado
1 lata de creme de leite sem soro
granulado, castanha ou nozes.

Creme amarelo base: Misturar a manteiga, leite condensado e um pouco de leite e duas gemas peneiradas em uma panela no fogo até levantar fervura e ficar no ponto. Como opção pode colocar a bebida após esfriar.

Creme branco cima: bater as claras em neve adicionar açúcar para ficar um suspiro e adicionar o creme de leite.

Recheio: misturar o nescau com leite molhando a bolacha.

Fazer a camada primeiro o creme amarelo, depois as bolachas e por ultimo o creme branco e o granulado ou castanhas ou nozes
Colocar no Freezer.

Torta de Limão da Mama Yole

Muitas pessoas não gostam muito daqueles doces que são muito doces não é mesmo?

Pensando nelas e assim como eu, preferem algo equilibrado com um azedinho do limão.

Minha mãe faz essa torta que fica uma delícia como sobremesa ou um pedaço no café da tarde.

A música que escolhi para ouvir fazendo essa receita é do David Gueta The World is mine que eu adoro e espero que vocês gostem. O link é o seguinte: http://www.youtube.com/watch?v=j1kSkjvxd_o&feature=fvst


Massa:
4 colheres (sopa) manteiga
2 xícaras (chá) farinha de trigo
1/2 lata de creme de leite
1 colher (chá) fermento em pó

Receheio
1 lata de leite moça
6 colheres (sopa) de suco de limão
1/2 lata de creme de leite
1 colher (sopa) raspas de limão

Cobertura
6 colheres (sopa) açucar
3 claras


Preparo da massa: Fazer uma cova com a farinha e colocar a manteiga, creme de leite e o fermento. Misturar com as pontas dos dedos. Deixar descansar 30 minutos na geladeira. Abrir a massa e forrar uma forma redonda (de preferência a que sai o fundo). Fure com o garfo. Pré Assar.
Após isso colocar o recheio e a cobertura e assar.

Preparo do recheio: misturar o leite moça com o suco de limão até ficar um creme e por último o creme de leite e a raspa do limão.

Preparo da cobertura: Na batedeira bater as claras em neve até ficar firme e depois colocar o açúcar até o ponto de merengue.

sábado, 12 de novembro de 2011

Panquecas da Dedé

A Dedé para quem não sabe é a Débora minha irmãzinha querida e desde pequenininha quando mamãe ensinou a receita para ela, ia para a cozinha e fazia para a família toda, principalmente, a tarde, mas gostava do recheio doce.

Panqueca é um tipo de massa fininha frita em pouco óleo e com a frigideira bem quente.

As panquecas são muito saborosas e a receita é muito fácil e prática de fazer, porém dependendo do país o jeito de fazer é variado. Na América do Sul e Central, por exemplo, são enroladas e nos EUA e Canadá preferem abertas.

Para fazer requer um pouquinho de habilidade na hora de virar a massa na panela, mas depois de uma ou duas tentativas frustradas com certeza dará certo.

Não se deixe intimidar por observações de terceiros. Vá para a cozinha e mete a cara.

Para acompanhar o make desse prato resolvi colocar Edith Piaf Rien Rien 1954 http://www.youtube.com/watch?v=SX8yNRydq9c


1 xícara (chá) farinha de trigo
1 xícara (chá) leite
1 ovo
1 colher (sopa) óleo
pitadinha de sal
Bater no liquidificador todos os ingredientes e com o auxílio de uma colher coloque um pouco da massa na frigideira com um pouco de óleo e bem quente. Espalhe até cobrir toda a superfície. Deixe dourar e vire deixando dourar
Recheio: goibada derretida e creme de leite á gosto. Coloque o recheio sobre a massa da panqueca já feita e enrole.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Bacalhoada à La Ilha da Madeira

O Bacalhau é um tipo de salga de peixe e até hoje ninguém sabe direito a origem desse nome.

O que todos sabem é que foram os portugueses que introduziram esse prato na gastronomia mundial.

O que eu sei é que minha avô por parte de pai nasceu na Ilha da Madeira e para quem ainda não sabe, esta ilha fica na costa sudoeste de Portugal cujo clima é subtropical seco ou temperado mediterranico e foi ela quem ensinou para minha mãe esse prato.

Na verdade a D. Yolanda aprimorou a receita e acredito que muitos de vocês já devem ter experimentado essa Bacalhoada maravilhosa e foi por isso que coloquei aqui a receita.

Na receita original vai couve tronchuda, mas que hoje em dia é muito difícil de encontrar, então vocês poderão colocar couve manteiga ou brócolis. Eu, particularmente, gosto quando minha mãe coloca os dois tipos de verduras.

Vou colocar aqui o passo a passo da execução da receita e ouça um fado Portugues com Amália Rodrigues na hora de fazer : http://www.youtube.com/watch?v=1YriVM8sC7M

1 a 2 kg de Bacalhau
Azeitonas Pretas
Batatas cozidas
Cebolas cruas
Alho crú
Tomates crús
Pimentões Verdes, Vermelhos e Amarelos crús
Couve tronchuda ou Couve manteiga
Ovos cozidos
Brocolis pode ser colocado como opção.
Azeite de preferência português

Não coloquei as quantidades, pois tudo depende muito do gosto de cada um.

Deixar o bacalhau de molho em água para tirar o sal de um dia para o outro.
Em uma panela bem grande ferver água e "cozinhar" o bacalhau em pedaços bem grandes. 
Não descartar a água, pois deverá ser utilizada para cozinhar as batatas e a couve para pegar o gostinho,

Em uma forma ou travessa que possa ir ao forno fazer camadas com o bacalhau, as batatas, pimentões cortados, cebolas fatiadas e o alho fatiado, tomates cortados em rodelas, azeitonas, couve, ovos etc.

Regar com bastante azeite e levar ao forno até dourar as cebolas e a água diminuir (pois junta água).

Servir com um bom vinho (pode ser Português tem alguns excelentes).















terça-feira, 8 de novembro de 2011

Couscous Doce

Essa receita não é da família e resolvi postar, pois acredito ser bem diferente e como todos gostaram do Couscous Marroquino da Cleide esse prato é doce.

Vale a pena fazer é minha dica para comer na manhã do dia 01 de janeiro de 2012. A música que escolhi para acompanhar esse prato é do Wilson Simonal Vesti Azul: http://www.youtube.com/watch?v=x-ERg-LljA4

225 g de cuscuz marroquino (de semolina)
85 g de uvas -passas
85 g de ameixas secas picadas
Raspas de 1 laranja pequena

Para servir750 ml de leite semidesnatado
2 nectarinas doces em fatias
8 colheres de sopa de creme de leite fresco
4 unidades de damasco seco para decorar (opcional)
Canela

Porções: 4
Preparo e cozimento: cerca de 20 minutos

Modo de fazer:

1 - Coloque o cuscuz numa tigela com as passas, as ameixas e as raspas de laranja e misture bem.
2 - Ponha o leite numa panela e deixe levantar fervura. Em seguida, despeje -o ainda quente sobre a mistura do cuscuz, mexendo bem. Cubra com papel -alumínio ou um pano de prato limpo e dobrado. Deixe de molho por cerca de 10 minutos ou até o cuscuz ficar bem fofo e o leite ter sido absorvido.
3 - Distribua o cuscuz em tigelas com uma colher e coloque fatias de nectarina e creme de leite fresco por cima. Polvilhe canela e decore com o damasco. Sirva imediatamente.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

A 30° Receita - Bolo de Queijo da Nefa

Mais uma receitinha enviada pela Suely e quem fazia era a Titia Nefa.

Sempre quando fazíamos uma visitinha para ela e para o Titio Chico ela vinha com alguma coisa gostosa para agente comer com suco ou refrigerante e a primeira coisa que perguntava e se estávamos com fome.

Segundo a Suely ela gostava de um cantor que é o nosso Rei e afinal quem não gosta dele, então como estou colocando link de música e se você for fazer o bolo coloque no último volume  Roberto Carlos Amigo http://www.youtube.com/watch?v=RSOVVs78wr8


3 ovos
6 xícaras de café de farinha de trigo
6  xicaras de café de  açúcar
1 pacotinho de queijo ralado
1 colher de fermento
3 colheres de margarina
1 xícara de leite





quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Risoto de Galinha à Olivieri

O blog foi criado para postarmos as receitas da família Zechini, então por que esse risoto à Olivieri?

Explico: Tosca Zechini era casada com Anselmo Olivieri e na família dele faziam esse prato que foi adotado pela Tia Tosca e apreciado pelo seu filho (nosso primo) Ivan.


Algumas pessoas de nossa família já experimentaram, pois segundo fui informada a titia fazia a pedido de todos.

Gostaria de saber como foi que o Ivan conseguiu a receita? Agora já investiguei e foi a prima dele chamada Renata filha da tia Teresinha.

Enquanto isso...

Vocês devem saber que não tínhamos foto adequada e essa que está postada servirá apenas como ilustração para não ficar diferente das demais receitas e quando for fazer o prato coloque a música da Clara Nunes que o Ivan disse que ela adorava e eu coloco aqui o link da música Conte de Areia: http://www.youtube.com/watch?v=3g8-hvmjjOY
:

1 galinha (caso a receita seja para +ou - 4 pessoas,fazer somente meia galinha);
arroz;
queijo parmesão ralado;
canela em pó;
1 pc de manteiga (ou menos, pois dependerá da quantidade de arroz),

Cozinhar a galinha e com a água deste cozimento fazer o arroz. Depois que o arroz estiver pronto, fritar com 1 pacote de manteiga em uma frigideira separadamente os miudos picados da galinha.
Após frita-los, mexer o arroz já pronto e acrescentar aos poucos ao mesmo os miudos com a manteiga, Conforme acresentar os miudos da galinha ao arroz, salpicar diversas vezes queijo parmesão ralado e um pouco de canela em pó.
Em seguida colocar o risoto em uma travessa e salpicar por cima bastante queijo parmesão ralado misturado com canela.

Para gosto do Ivan o arroz deve ficar meio papa!!!

Arroz con Alcachofra y Ramon

A palavra parboilizado tem origem no inglês "parboiled", união das palavras "partial" e "boiled", parcialmente fervido e significa que o arroz, durante o processo de parboilização, sofre um pré-cozimento, em que os nutrientes do pericarpo são parcialmente passados para a cariopse do grão.

O arroz parboilizado é naturalmente mais nutritivo, pois nenhum composto químico é adicionado ao processo e seu sabor característico e seu tom amarelado são decorrentes da mudança da estrutura do amido e fixação dos nutrientes, o que indica que o arroz parboilizado tem preservadas suas propriedades nutritivas naturais.

Quem enviou a receita a seguir foi o Daniel e também a idéia de postar com uma sugestão musical.

Para esse prato ele sugeriu: Contigo Aprendi - Luis Miguel: http://www.youtube.com/watch?v=mpab8WE-6oM

Arroz parboilizado
Frango / peito em cubos
Miolo de alcachofra em conserva
Presunto cru em lascas
Açafrão
Curry
Cebola picada
Alho picado
Salsinha picada
Caldo de galinha
Azeite
PREPARO:
1. Prepare de caldo de galinha, forte;
2. Lasque (corte) o presunto cru (Segóvia?) e reserve;
3. Pique a salsinha fresca (bem miúda);
4. Na “paella”, frite bem os cubos de frango com cebola, alho, sal e doure-os com o Curry;
5. Espalhe o arroz (cru) igualmente por toda a “paella”;
6. Vá colocando aos poucos o caldo de galinha, mexendo sempre na base, para que cozinhe de maneira uniforme;
7. Deixe o arroz “al dente” ;
8. Coloque as alcachofras, misturando até aquecê-las;
9. Enfeite com as lascas do presunto cru;
10. Espalhe a salsinha;
11. Abafe por uns 10 minutos;
12. Sirva.
ACHOU DIFÍCIL?

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Bolo Japonês de Casca de Maça

Troquei o nome da receita, ou melhor, adicionei ao nome da receita a palavra "Japonês" e explico.


Esse bolo é uma outra receita de minha cunhada e vale a pena fazer, principalmente, na época do Natal que está muito muito próximo.

Ela fez e disse que apesar de não gostar de cozinhar gosta muito de fazer esse bolo e enquanto prepara os pratos ouvi musica japonesa e coloco o link de uma bem legal http://www.youtube.com/watch?v=-s2Mcla2pig:

4 maçãs pequenas
2 xícaras farinha de trigo
2 xícaras de açúcar 
3 ovos
1 colher de sopa de fermento em pó
canela e açúcar para polvilhar
Descasque as maçãs e corte em cubinhos. Reserve.
Bata no liquidificador os ovos, as cascas e o açúcar.
Em uma tigela, coloque a farinha, fermento e depois de tudo misturado, acrescente os cubos de maçã.
Unte uma fôrma com furo no meio e despeje a massa.
Leve ao forno pré- aquecido por 30 / 40 '.
Desenforme e polvilhe açúcar com canela.
VARIAÇõES:
Pode-se substituir a farinha e o açúcar por farinha integral e açúcar mascavo. Fica muito bom!
Pode-se acrescentar uvas passas.



Sorvetão da Maquinona

O verão está chegando e quem com a mente sã não adora um sorvetinho?

Vale a pena fazer essa receita que foi enviada pela minha cunhada chamada Vanessa cujo apelido é Maquinona Japonesa.
 
Já experimentei e posso garantir que é uma delícia e segundo ela muito facil de fazer.

Está esperando o que?

Mãos a obra ou mãos a massa se preferir.

Aproveite e faça as crianças (filhos, netos, sobrinhos) e a criança dentro de você felizes!!


Caramelizar fôrma com buraco no meio.
Depois de esfriar, colocar 4 colheres de Nescau dissolvido em 1/2 copo de leite.
Levar ao fogo 1 lata de leite condensado, 2 latas de leite de vaca e 5 gemas.
Mexer até abrir fervura.
Deixar esfriar.
Bater 5 claras em neve, colocar 10 colheres de açúcar.
Bater até ponto de suspiro e juntar 1 lata de creme de leite sem soro.
Misturar os 2 cremes.
Colocar na fôrma já preparada.
Congelar até o dia seguinte.
Desenformar: Passar toda a fôrma na chama do fogão até soltar todo o soro.

A Vanessa curte muito ficar em casa para fazer essas delicias então, para ilustrar essa receita coloquei A Casa é Sua de Arnaldo Antunes http://www.youtube.com/watch?v=82aj1Bg8FpA

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Polenta Disputada

Tenho uma estória a respeito de Polenta que é muito triste, mas ao mesmo tempo muito engraçada.

Eu cresci achando essa estória que vou postar agora verdadeira, mas quando fui tirar algumas dúvidas com minha mãe ela disse que eu devo ter é sonhado.

Não temos mais a matriarca Zechini para confirmar a verocidade ou não dessa estória e para quem já está curioso a estória é a seguinte:

Vovó Maria como todos sabem, tinhasete filhos todos pequenos e sendo a família muito pobre, ela cozinhava a Polenta e despejava ainda quente em uma mesa de madeira colocando no centro uma linguiça.

Os filhos eram então colocados ao redor daquela mesa com uma colher em cada mão e comiam a Polenta na região frontal correspondente a cadeira de cada um.

Disputavam a linguiça tendo que comer a Polenta ainda quente e, obviamente o mais faminto ou o mais esperto acabava ficando com a linguiça.

Minha mãe disse que tudo isso não é verdade, pois mesmo sendo a família com condições financeiras precárias, a vovó não faria isso. Ela pegaria a linguiça e repartiria em 7 pedaços, ou melhor, 8 para que 1 ficasse ficasse para ela.

Para quem não sabe a Polenta é um prato típico Italiano com muita aceitação aqui no Brasil em muitas regiões e já consumiam esse prato com o nome de angu, mesmo antes da chegada dos italianos e sim devido aos Portugueses em especial da Ilha da Madeira.

Era conhecida como Comida de Pobre, segundo minha mãe os Italianos não usavam tempero somente água e sal, sendo que era servida mole com o acompanhamento de um molho que poderia ter linguiça ou carne moida ou mesmo o famoso prato Frango com Polenta, enquanto os portugueses usam todos os temperos no cozimento do fubá.

Segundo minha mãe a vovó não temperava a polenta e sim, como eu disse, era feita de água e sal, logico que o molhinho era bem temperado.

Quando sobrava a vovó fritava e não deixava absorver óleo, dentro era muito molinha e por fora bem torradinha e sequinha e comiam de manhã com café com leite (hábito esse que na Bahia é muito comum).

Minha mãe começou a utilizar temperos muito tempo depois quando já era casada e sua situação financeira era bem melhor.

Na verdade na casa da vovó Maria o hábito de comer polenta iniciou-se devido a minha mãe ter amizade com uma família de italianos.

As amiguinhas eram parentes de uma vizinha chamada Dona Celina e Sr Alexandrino e minha mãe e a tia Marta (na época ainda era pequenininha e nem na escola ainda ia) gostavam de visitar a casa deles pela manhã, pois o café da manhã deles era com poleta.

Elas gostavam do prato e pediam para a vovó fazer, pois segundo minha mãe a polenta parecia uma bolachinha era frita bem torradinha e passada no açucar.

A vovó fazia dessa maneira apenas quando não tinha pão em casa devido a greve dos padeiros.

Aqui vai a receita da Polenta Mole para ser comida com molho e queijo ralado e no dia seguinte poderá ser frita e o link da música que D. Yolanda escolheu para ouvir enquanto cozinha ou enquanto degusta Terra Nostra com Agnaldo Rayol: http://www.youtube.com/watch?v=wnHNT8uaNWM

1,5 litro de água
1 cebola grande picada em pedaços pequejos
2 a 3 dentes de alho picadinhos 
azeite
sal à gosto
opção salsinha e cebolinha
fubá dissolvido em pouca quantidade de água (recepiente separado)

Em uma panela grande dourar a cebola e alho.
Colocar a água e ir adicionando o fubá que foi dissolvido na água e ir mexendo, mas não colocar na água quente para não empelotar.

A consistência da polenta vai depender da quantidade de água.

Você poderá acompanhar com molho vermelho com frango cozido ou com carne moida (tipo a bolonhesa) com bastante queijo ralado.
Eu costumo acompanhar com a Rabada e agrião.